Inflação na construção: 5 tipos de materiais geram maior risco ao orçamento
O custo dos materiais de construção voltou a preocupar as empresas do setor. O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) foi a 1,19% em junho, bem acima do percentual de maio (0,36%). Os dados são do IBGE e chamam a atenção dos empresários e gestores para um acompanhamento mais rígido do cenário existente nas obras.
O índice de junho foi o maior observado desde agosto de 2022, segundo o IBGE. As matérias-primas de diversos insumos usados nas obras tiveram alta de preços em razão de causas como a guerra no Oriente Médio.
No mês passado, o custo nacional médio da construção, por m², chegou a R$ 1.976,37, sendo R$ 1.114,74 relativos aos materiais e R$ 861,63 à mão de obra. A parcela dos materiais apresentou variação de 0,92%, registrando a maior taxa do ano.
A Fundação Getúlio Vargas (FGV) chama a atenção para os reajustes em cinco grandes grupos de materiais:
. Minerais não metálicos – como cimento, concreto, argamassas, blocos e telhas;
. Plásticos e PVC;
. Tintas e químicos;
. Revestimentos.
Nesse cenário, a empresa pode agir de diversas formas. Uma delas é ter as melhores práticas de compras, como contamos nessa postagem aqui no site.
Outras medidas ajudam na contenção dos custos operacionais. A redução de desperdício de materiais e a revisão dos orçamentos junto aos clientes podem ser adotadas.
