Avanço da dengue em Limeira pede maior cuidado nas obras

Limeira mantém a mobilização para enfrentar o Aedes aegypti, visando o combate à dengue. Desde o início do ano, a cidade já registrou 121 casos e outros 158 aguardam resultado de exame. Na comparação com os 45 dias iniciais do ano passado, a cidade contabiliza 10 vezes mais casos.

Em 2016, o Sincaf desenvolveu um trabalho citando os riscos para criadouros do mosquito nas obras. Betoneiras e até mesmo capacetes podem servir para a reprodução dos insetos.

Os bairros com maior concentração da doença em Limeira são Abílio Pedro, Morro Branco e Nossa Senhora das Dores, mas os focos também estão em outras regiões. Ainda há o risco da circulação do vírus da dengue do tipo 2, para o qual os munícipes ainda não desenvolveram imunidade.

Olhar moradias e locais de trabalho uma vez por semana é importante. Os criadouros em Limeira geralmente estão em pratos ou pingadeiras de plantas; objetos inservíveis; ralos externos; vasos de planta na água; e bebedouros de animal, entre outros.

Nos casos de ralos, o uso de água sanitária é uma medida de controle.

Uma das últimas ações da prefeitura foi levar informações aos gestores de Recursos Humanos das empresas de Limeira. Dados sobre a necessidade de combate ao Aedes aegypti – mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya – foram apresentados durante encontro no Ciesp.

A ação no Ciesp busca envolver os colaboradores das empresas para que esses, por sua vez, atuem como multiplicadores da importância da prevenção junto aos colegas de trabalho e em suas residências.

 


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