Indústria da construção ainda conta prejuízos com greve

A indústria da construção amargou fortes prejuízos com a greve dos caminhoneiros. Dados divulgados pela Sondagem da Confederação Nacional da Indústria (CNI) para o setor mostram que o indicador de nível de atividade no setor caiu para 44,4 pontos e o de números de empregados recuou para 44,3 pontos em maio.

Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem pontos. Quando estão abaixo dos 50 pontos, mostram queda da atividade e do emprego, informa o site da CNI.

A Sondagem foi divulgada neste dia 27/06. A utilização da capacidade de operação ficou em 57%. Isso significa que o setor operou com 43% das máquinas, equipamentos e pessoal parados no mês passado. A falta da entrega de insumos e produtos “aumentou a ociosidade e impactou negativamente as expectativas dos empresários”, avalia a CNI.

Para a economista Isabel Mendes, da confederação, “com a greve dos caminhoneiros, a indústria da construção tem sofrido ainda mais dificuldades para se recuperar da crise econômica. O setor foi o primeiro a sentir os efeitos da recessão e vem enfrentado quedas consecutivas na atividade e no emprego”.

Por enquanto, os empresários esperam a queda de novos empreendimentos e serviços, da compra de insumos e matérias-primas e do número de empregados nos próximos seis meses.

A Sondagem Indústria da Construção foi feita entre 4 a 14 de junho último, envolvendo 575 empresas do setor. Dessas, 195 são de pequeno porte, 259 são médias e 121 de grande porte.


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