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6 dicas de como evitar golpes virtuais

Uma recente conversa com os Associados e Associadas do SINCAF mostrou que os desafios das empresas do segmento de Construção ganharam um novo item: os golpes virtuais. Na verdade, o problema é nacional. O Brasil ocupa o quinto lugar no ranking mundial de fraudes desse tipo.

Impulsionado pelo avanço dos materiais digitais, o país acumula mais registros, até mesmo entre empresas – somente uma a cada 5 organizações têm um olhar para a segurança cibernética.

Por isso, resolvemos abordar o tema. Veja um resumo de golpes comumente citados por pessoas físicas e empresas, e as ações necessárias na prevenção desses casos.

1 – Não clique em links desconhecidos

A Febraban, federação dos bancos, é uma das entidades que mais fala do assunto, já que o número de clientes que usam ferramentas digitais aumentou no país. Uma das formas de golpe é o link falso, ou o uso de phishing. Os criminosos mandam mensagens via SMS ou e-mail, aparentemente verídicas, para atrair a atenção das pessoas e fazer com que elas informem dados, senhas e números de cartões de crédito.

Nesse caso, não clicar em links suspeitos é se proteger.

2 – Boleto e e-mail com layout “clonado”

Associado do SINCAF recebeu uma conta bem parecida visualmente com a original, da operadora de internet.

Nesse caso, o falso documento tem links que remetem para páginas fake de coleta de senhas ou indica pagamento para a conta do golpista. O melhor a fazer é buscar a segunda via no site da operadora.

Outro Associado recebeu mensagem de um cliente do Brasil. O layout da mensagem era bem parecido com os enviados por esse cliente, mas o endereço de origem era da Itália. No interior da mensagem, havia um link para clicar.

Nesses casos, não clique. Contate o cliente pelo e-mail que você comumente utiliza.

3 – No WhatsApp, dinheiro emprestado

Golpistas tentam cadastrar o seu WhatsApp em um outro aparelho, para pedir aos seus contatos dinheiro emprestado ou o pagamento de um boleto. Nesse caso, avise familiares e amigos, além de denunciar ao aplicativo.

4 – A falsa “Audiência Trabalhista” ou “Receita Federal”

Os golpistas também apostam nos processos de socialização, com uso de gatilhos mentais – como a urgência. Então, eles usam questões como “Audiência na Justiça do Trabalho”, que foi um dos casos citados por Associado – a suposta citação chegou via e-mail. Havia vários erros de gramática na mensagem. Redação confusa ou com erros é outro sinal de fraude.

A Receita Federal também alerta que não envia e-mail para os contribuintes. Reforçando: não clique no link que consta nesse tipo de mensagem.

5 – Empresas: crie níveis hierárquicos

Empresas estão criando níveis hierárquicos como forma de garantir a segurança do conteúdo armazenado. Por eles, um usuário pode, por exemplo, acessar um projeto, mas não consegue baixar ou editar um item.

Em sistemas como ERP, essa hierarquia permite que um vendedor acesse notas fiscais de sua carteira de clientes, mas não os da carteira de outro vendedor ou relatórios.

6 – Ouça profissional de TI

Se você for alvo de uma fraude, mantenha a calma. Cancele cartões bancários e formate aparelhos e equipamentos. Faça um boletim de ocorrência relatando o caso, o que ajuda caso necessite pedir o ressarcimento do prejuízo.

Além disso, a análise de um especialista em TI apontará quais ferramentas usar, como antivírus ou firewall. Treinamentos também são importantes na empresa, principalmente quando parte do time atua em home office.

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